Arquivo para fevereiro \13\UTC 2012

Briga Judicial: Quem perde e o leitor, não é Fox?

Nessa disputa pela transmissão da Taça Libertadores entre Fox, Net e Sky, onde a Fox tem os direitos de transmissão porém seu novo canal voltado para o futebol ainda não e muito popular no Brasil. Consequência disso, para o assinante que ou pressiona suas operadoras para um acordo com a Fox (coisa que esta já apela há muito tempo para o publico fazer) ou terão de pagar horrores para assistir a uma Copa que sequer se compara com a Taça Europa, a serie B Das taças européias, quanto a Champions League não e nem preciso comparar, um dia quem sabe …

– Postado por Rafael Freitas via Iphone

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Jogos que eu Ouvi no Rádio: Fluminense 1 x 0 Arsenal 2012

(Veja aqui alguns lances do jogo)

Devido a uma disputa entre as operadoras de televisão com relação aos jogos da Libertadores, Fluminense x Arsenal foi mais um dos jogos em que tive o prazer de ouvir o jogo pelo rádio (sem ironias). Parece brincadeira, mas ouvir o jogo no rádio é mais angustiante do que assistir o jogo no estádio. Mais emocionante. Pelo início do jogo parecia mais uma goleada eminente, como outrora o Fluminense havia aplicado no mesmo time em 2008, quando venceu por 6 a 0, mas só parecia mesmo. O que ouvi foi um time confuso taticamente, que não sabia administrar a posse de bola mesmo vencendo e alguns jogadores abaixo da média, com destaque negativo para o emprestado Rafael Sóbis, que precisará impressionar muito se quiser que o Fluminense o contrate em definitivo, Wagner, que até o momento não justificou os tantos milhões de reais pagos para o seu retorno ao Brasil e Leandro Euzébio, que mostra a cada jogo que não pode ser titular na zaga do tricolor carioca. Desarmado taticamente e um susto atrás do outro, assim foi o time dos 15 minutos do 1º tempo até o final dos 45 minutos iniciais.

Esperava mudanças, pois o jogo não estava bom para o Fluminense, que era dominado por um time argentino de poucas tradições, e o técnico Abel Braga não havia feito mudanças iniciais, torcia por uma mudança de atitude do time, o que acabou não acontecendo, e sendo dominado os outros 45 minutos também pelo time de Sarandí, com destaques negativos para Wagner e Leandro Euzébio, ambos expulsos por agredirem adversários. E foi assim até o final do jogo, o Arsenal com seu “Arshavin”, ou melhor Luciano Leguizamón, que comandava as bolas aéreas do time e o Fluminense se defendendo, mesmo com as limitações de seu esquema defensivo, o time das Laranjeiras conseguiu segurar o resultado e garantir os 3 pontos.

É um bom resultado? Claro que é. Mas para um time que gastou quase 35 milhões de reais em contratações, que tem uma folha salarial passando dos 5 milhões de reais mensais, não é suficiente, é preciso entender que esse time não pode ser igual aos outros, porque ele não é, é um time extremamente técnico e precisa usar essa técnica a seu favor, um jogador da categoria do Wagner não pode sair distribuindo pontapés, ele precisa acertar pontapés no gol, chutaços, cobranças de faltas e um jogador do nível de Leandro Euzébio, volto a dizer, é inadimissível que seja titular em um time como o Fluminense, que almeja ser campeão da Libertadores 2012.

Minha Música da Semana: In My Head, Hey Monday Cover

A versão de In My Head na voz de Jason Derulo é impecável, mas dizer que o cover na voz da Cassidy do Hey Monday não é tão boa quanto a proposta origianl seria um pecado e total falta de senso. Em geral, as músicas acústicas da banda são muito boas também (as melhores), mas In My Head é uma das mais conhecidas, junto com Candles e How You Love Me Now, a canção mantém a força de sua letra e para uma proposta de cover totalmente diferente da música original é ótima, recomendo a todos os amantes de uma boa música acústica e aos fãs de Jason Derulo, é uma sensação estranha você ouvir uma das músicas que você mais gosta em um ritmo totalmente diferente, com uma voz bem diferente, quem puder conhecer mais sobre a banda, fica a dica.

É o Fim da Liberdade de Expressão

A base da nossa discutição é essa:
Pirataria – comercializar algo protegido por diireitos autorais, como um camelô faz, como o Megaupload fazia ganhando dinheiro com contas premium de usuários, não ganhava dinheiro diretamente encima dos produtos protegidos, era uma forma indireta de monetização.
Compartilhar – distribuir conteúdo protegido ou não, para que todas as pessoas possam ter acesso, assim como PirateBay faz.

Muito se discute sobre as leis de direitos autorais, há muita conspiração e muita distorção das verdades que envolve esse mercado e os limites entre o inventor e o usuário. É um absurdo que companias como a RIAA, DRM, ABES processe os usuários em quantias enormes de dinheiro pelo uso indevido da licença dos produtos por eles protegidos, acho que não há motivo para acabar com os direitos autorais, até porque o inventor precisa ter seus méritos na criação, mas também não acho que deva ser abusivo essa represália ao uso indevido desse conteuódo protegido protegido por estas companias ridículas. Há meios que ambas as partes podem entrar em consenso para não serem costantes inimigos um do outro, mas sim se ajudarem, pois esses inventores precisam que as pessoas tenham conhecimento de suas obras, para que eles possam ser bem-sucedidos, e na visão do usuário, ele quer ter acesso ao conteúdo, pode pagar, mas acha um tremendo destempero as leis de direitos autorais, as regras de uso impostas por essas companias de proteção de direitos autorais e os preços impostos pela compra do produto, geralmente taxativo e caro. Coisas simples podem ser feitas como:

– Popularização do preço do produto, ganhando no fator quantidade.
– Criação de um regimento de direitos autorais, sem criar regras como: “Você comprou essa música, você pode executá-la duas vezes, devido ao preço promocional, e depois disso, será bloqueada para reprodução”. Isso não existe.
– Tratar o consumidor com mais respeito, sem usar marketing sensacionalista contra a pirataria, criar campanahs para que o usuário reflita sobre uma nova proposta de direitos autorais, que seja clara, que defenda tanto o inventor quanto o consumidor e que seja taxativo quanto ao uso indevido, não repudiar a pirataria, pois assim só fará as pessoas continuarem usando algo que é proibido, coisa que é adorada pela juventude hoje em dia.

Sobre o Megaupload
O governo americano estava  certo quanto ao fechamento, pois eles davam recompensas aos usuários que atingiam metas, ou seja, financiando conteúdo protegido, pirataria declarada. Mas não que o SOPA ou PIPA tenha alguma a coisa haver com isso, até porque essas são leis que sequer foram aprovadas ainda e que se confirmadas, confirmariam um verdadeiro afrontamento à liberdade de expressão nos países em que fosse implementada, sorte a nossa que o governo brasileiro decidiu por não apoiar nenhum das duas leis.

Depois do Megaupload: o Torrent, FTP e o HTTP não-monetizado
Com o fim de um dos melhores servidores de downloads da história, há alternativas melhores e mais rápidas que o próprio Megaupload:

Torrent – Compartilhamento já conhecido e semado no mundo inteiro, que só tende crescer depois do fim do Megaupload, eu via muitos conhecerem e saberem o funcionamento do Torrrent, mas via muita preguiça declarada para usar este tipo de compartilhamento, devido a facilidade dos servidores HTTP, mas agora com o fim de alguns servidores famosos e bastante utilizados como Megaupload, Fileserve, Filesonic, a tendência é que o peer-to-peer seja disseminado em todo o mundo e seja popularizado, atraindo novos seeders

FTP – É um método tão simples quanto o HTTP, a sua dificuldade é encontrar servidores FTP hoje em dia, uma vez que o HTTP é muito mais dinâmico, mas servidores FTP são muito mais rápidos que os HTTP, pois o FTP foi feito somente para transferência de arquivos, enquanto o HTTP é um protocolo geral de internet, FTP significa Protocolo de Transferência de Arquivos.

HTTP-não monetizado – Podem ser categorizados neste nicho sites como 4Shared, Mediafire, Rapidshare, sites que não tenham contas premium ou não ganhem dinheiro com usuários ou com compra de contas premium, pois isso é considerado pirataria.


Perfil

RAFAEL NL FREITAS escreve livremente há 7 anos.
É servo do Estado e réu do Liberalismo.
É jornalista e é leitor.
É cidadão deliberativo e blackbloc.

É o autor de “Aspectos Legais da REDESIM e sua Aplicabilidade no Estado do Rio de Janeiro“ e da obra ‘‘Panorama da nova Administração Pública: ADTEN, REDESIM e Plano Maior’’.

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