É o Fim da Liberdade de Expressão

A base da nossa discutição é essa:
Pirataria – comercializar algo protegido por diireitos autorais, como um camelô faz, como o Megaupload fazia ganhando dinheiro com contas premium de usuários, não ganhava dinheiro diretamente encima dos produtos protegidos, era uma forma indireta de monetização.
Compartilhar – distribuir conteúdo protegido ou não, para que todas as pessoas possam ter acesso, assim como PirateBay faz.

Muito se discute sobre as leis de direitos autorais, há muita conspiração e muita distorção das verdades que envolve esse mercado e os limites entre o inventor e o usuário. É um absurdo que companias como a RIAA, DRM, ABES processe os usuários em quantias enormes de dinheiro pelo uso indevido da licença dos produtos por eles protegidos, acho que não há motivo para acabar com os direitos autorais, até porque o inventor precisa ter seus méritos na criação, mas também não acho que deva ser abusivo essa represália ao uso indevido desse conteuódo protegido protegido por estas companias ridículas. Há meios que ambas as partes podem entrar em consenso para não serem costantes inimigos um do outro, mas sim se ajudarem, pois esses inventores precisam que as pessoas tenham conhecimento de suas obras, para que eles possam ser bem-sucedidos, e na visão do usuário, ele quer ter acesso ao conteúdo, pode pagar, mas acha um tremendo destempero as leis de direitos autorais, as regras de uso impostas por essas companias de proteção de direitos autorais e os preços impostos pela compra do produto, geralmente taxativo e caro. Coisas simples podem ser feitas como:

– Popularização do preço do produto, ganhando no fator quantidade.
– Criação de um regimento de direitos autorais, sem criar regras como: “Você comprou essa música, você pode executá-la duas vezes, devido ao preço promocional, e depois disso, será bloqueada para reprodução”. Isso não existe.
– Tratar o consumidor com mais respeito, sem usar marketing sensacionalista contra a pirataria, criar campanahs para que o usuário reflita sobre uma nova proposta de direitos autorais, que seja clara, que defenda tanto o inventor quanto o consumidor e que seja taxativo quanto ao uso indevido, não repudiar a pirataria, pois assim só fará as pessoas continuarem usando algo que é proibido, coisa que é adorada pela juventude hoje em dia.

Sobre o Megaupload
O governo americano estava  certo quanto ao fechamento, pois eles davam recompensas aos usuários que atingiam metas, ou seja, financiando conteúdo protegido, pirataria declarada. Mas não que o SOPA ou PIPA tenha alguma a coisa haver com isso, até porque essas são leis que sequer foram aprovadas ainda e que se confirmadas, confirmariam um verdadeiro afrontamento à liberdade de expressão nos países em que fosse implementada, sorte a nossa que o governo brasileiro decidiu por não apoiar nenhum das duas leis.

Depois do Megaupload: o Torrent, FTP e o HTTP não-monetizado
Com o fim de um dos melhores servidores de downloads da história, há alternativas melhores e mais rápidas que o próprio Megaupload:

Torrent – Compartilhamento já conhecido e semado no mundo inteiro, que só tende crescer depois do fim do Megaupload, eu via muitos conhecerem e saberem o funcionamento do Torrrent, mas via muita preguiça declarada para usar este tipo de compartilhamento, devido a facilidade dos servidores HTTP, mas agora com o fim de alguns servidores famosos e bastante utilizados como Megaupload, Fileserve, Filesonic, a tendência é que o peer-to-peer seja disseminado em todo o mundo e seja popularizado, atraindo novos seeders

FTP – É um método tão simples quanto o HTTP, a sua dificuldade é encontrar servidores FTP hoje em dia, uma vez que o HTTP é muito mais dinâmico, mas servidores FTP são muito mais rápidos que os HTTP, pois o FTP foi feito somente para transferência de arquivos, enquanto o HTTP é um protocolo geral de internet, FTP significa Protocolo de Transferência de Arquivos.

HTTP-não monetizado – Podem ser categorizados neste nicho sites como 4Shared, Mediafire, Rapidshare, sites que não tenham contas premium ou não ganhem dinheiro com usuários ou com compra de contas premium, pois isso é considerado pirataria.

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Perfil

RAFAEL NL FREITAS escreve livremente há 7 anos.
É servo do Estado e réu do Liberalismo.
É jornalista e é leitor.
É cidadão deliberativo e blackbloc.

É o autor de “Aspectos Legais da REDESIM e sua Aplicabilidade no Estado do Rio de Janeiro“ e da obra ‘‘Panorama da nova Administração Pública: ADTEN, REDESIM e Plano Maior’’.

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