Arquivo para agosto \04\UTC 2013

Os Três Setores quanto à Eficiência e Objetivos

Classificação dos Setores quanto conceitos de eficiência e eficácia

No Primeiro Setor, teoricamente, adota-se o uso da eficiência, porém na prática, devido ao excesso de demanda e a recente implantação dos conceitos do setor privado no setor público, o conceito usado na prática pelo Primeiro Setor é pela eficácia, onde o evento principal é o cumprimento da meta, sem abster-se em grandes méritos ao quesito da economicidade.

No Segundo setor, prevalece o uso da eficiência, uma vez que buscam a maior produtividade possível com a menor quantidade de insumos possível, enquanto no Terceiro Setor, a ideia principal é a eficácia das suas ações, nem sempre sendo possível realizá-las com os menores recursos possíveis, devido a necessidade social, nem sempre amparada pelo Primeiro Setor.

Diferenças e Semelhanças de Objetivos

No Primeiro Setor, o principal objetivo é atender a intensa demanda da população, crescente a cada dia, com um orçamento anualmente definido.

No Segundo Setor, diferentemente do Primeiro, o objetivo real é relacionar o alcance do objetivo usando a menor quantidade de recursos possíveis, visando a maior proporção do lucro, o que não é visado no Primeiro Setor.

No Terceiro Setor, assim como o Primeiro, não há objeto de lucro, mas o objetivo maior é atender as demandas sociais não atendidas pelo Primeiro Setor, naquele Setor há maior clamor social que no Segundo Setor e às vezes mais que o Primeiro Setor, devido à necessidade social das pessoas vinculadas, muitas vezes dependentes, dos organismos de Terceiro Setor.

Referências Bibliográficas:
http://www.coletivoverde.com.br/terceiro-setor/
http://www.suapesquisa.com/o_que_e/terceiro_setor.htm
http://www.carlosescossia.com/2009/10/o-que-e-primeiro-segundo-e-terceiro.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Terceiro_setor

Softwares Livres na Administração Pública Gerencial

Brasil1

Software livre é aquele programa que pode ter seu código de origem alterado por qualquer usuário com capacidade técnica para fazê-lo e não exige licença para que seja feita seu compartilhamento. O dever-ser industrial é de oferecer produtos de qualidade com o menor custo possível, a iminência de softwares pagos é devida a não-abrangência dos programas livres diante das demandas dos usuários, tais como usabilidade, praticidade, compatibilidade e recursos de inovação.

Anteriormente, programas gratuitos eram sinônimos de produtos de má qualidade, de difícil acesso e de uso complexo, enquanto os pagos buscaram a todo tempo a preocupação com o usuário realizando testes de interatividade dos próprios usuários comuns com versões-teste de seus novos programas e de suas atualizações.

Na atualidade, vemos programas gratuitos que geram lucros para os produtores, com assistência técnica do serviço e atualização de software e incentivam o desenvolvimento de tecnologia no país, sendo equiparados com os programas pagos nos quesitos citados no fim do primeiro parágrafo, com constantes atualizações de software, muitas vezes realizadas pelos próprios usuários, a capacidade de atender diferentes usuários, para diversos tipos de usos (como Calc, Draw, Text, Geogebra), o que vai de encontro com os princípios da democracia, principalmente o de liberdade de expressão. Além disso, softwares livres, devido a sua mudança constante e não sistemática de código, são mais seguros contra invasões de hackers.

Porém, os softwares de serviço gratuito ainda carecem de maior divulgação por parte não só dos produtores, mas do governo, como status de maior usuário, além de necessitarem de melhorias na usabilidade já presentes em versões mais antigas de softwares pagos e de aumento na estabilidade, uma vez que muitos deles ainda são extremamente instáveis em seu manuseio.

Fica a questão: é possível utilizar softwares livres em casa e no ambiente de trabalho sem perder eficiência e qualidade?


Perfil

RAFAEL NL FREITAS escreve livremente há 7 anos.
É servo do Estado e réu do Liberalismo.
É jornalista e é leitor.
É cidadão deliberativo e blackbloc.

É o autor de “Aspectos Legais da REDESIM e sua Aplicabilidade no Estado do Rio de Janeiro“ e da obra ‘‘Panorama da nova Administração Pública: ADTEN, REDESIM e Plano Maior’’.

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