Archive for the 'Pratos Limpos' Category

Senso Comum e Ciência

1. INTRODUÇÃO

Inicialmente, é peculiar descrever o caráter ontológico do saber e de sua estruturação, que permitem a utilização de técnicas de interpretação do conhecimento. O que é conhecer? Como é obtido esse conhecimento? Para que serve? Estas são algumas questões que serão aprofundadas em um primeiro plano, com fins de se alcançarem aquelas técnicas interpretativas que são o tema do estudo.

Conhecer pode ser entendido como a ação de problematizar, buscando-se a elevação do aspecto cognitivo do ser. Essa é a distinção fundante que faz Paulo Freire de educação bancária e libertadora, a definição do objeto-ação principal, qual seja “conhecer’’. Na primeira, percebe-se o ganho de conhecimento acumulado, sem a prática efetiva do “conhecer’’, mas tão somente um conjunto de ideias sobre determinado assunto, sem compreender sua ontologia, transformação e/ou relação com o mundo construído, ou seja, conhecimento sem “conhecer’’. Segundo FREIRE (2009), a obtenção do conhecimento “emerge apenas através da invenção e reinvenção, através de um questionamento inquieto, impaciente, continuado e esperançoso de homens no mundo, com o mundo e entre si’’

2. DESENVOLVIMENTO

O conhecimento aprendido pode ser utilizado não só pelos motivos que fizeram o sujeito ativo a participar do processo de aprendizagem, mas por diversas novas motivações, muitas delas decorrentes a partir da problematização do processo de aprendizado. BRANDÃO (1981), a partir do conceito e categorização do método pedagógico freireano, a partir de três percursos gerais: a investigação, a, a temática e a problematização. Essas fases serão especificamente delimitadas em 5 etapas estruturais: 1) relações de aproximação e troca recíproca do saber; 2) escolha gradativa das palavras conforme a realidade social do local; 3) invenção e aplicação de casos práticos adaptados à realidade do ambiente, buscando-se uma visão crítica; 4) sugestão de roteiros para discussões; 5) decomposição das temáticas para que a equipe use e discuta o material de forma autônoma e criativa.

O conhecimento adquirido é materializado na vida pessoal de acordo, segundo HILL (2011), com a maneira de pensar de cada indivíduo, que pode assumir duas formas distintas, que se relacionam em um ponto inicial, afastando-se no decorrer do desenvolvimento do processo do conhecimento. A principal classificação das maneiras de acumulação do conhecimento se dá objetivamente: senso comum e ciência. OGBORN (2006) realça a distinção destes dois métodos de construção do conhecimento, mas, ao mesmo tempo que as diferencia, as relaciona, em um processo ontológico originário, de forma que um não o é sem o outro. Mas de que maneira senso comum e ciência se relacionam? Qual surgiu primeiro? Essas duas “maneiras de pensar’’ se influenciam ou são independentes?

A resposta para a relação inicial entre ciência e senso comum pode ser dada a partir de suas definições. À ciência é atribuído um valor de processo metodológico, fundado a partir da observação, revisão e experimentação para sua validação no processo de conhecimento, que é constituído em um processo social, que busca diminuir e/ou eliminar as explicações alternativas. Diante desta conceituação, infere-se que o processo científico é posterior ao senso comum, pois à este é atribuído o sentido de construção do conhecimento através das interações sociais corriqueiras, que evidentemente não passam por processos construtivos de validação e decorrem das “opiniões óbvias’’ do cidadão comum.

A ciência é útil no momento que explica fenômenos, através do método científico, que o senso comum não consegue explicar com o mesmo aspecto qualitativo, ou muitas vezes, com imprecisão e/ou até desconhecimento do acontecimento. Entretanto, existem fenômenos sociais que a ciência (tenta) não consegue explicar com a mesma exatidão, quando encarados pelo processo do senso comum, como a religião e a homoafetividade. Certo é que as pesquisas no campo da ciência são diretamente influenciadas exatamente por aquele aspecto, de explicar algo que o senso comum não consegue ou explica, mas sem a devida precisão e o senso comum é influenciado pela ciência a partir do momento dos resultados dos estudos científicos, que muitas vezes influenciam frontalmente a rotina dos cidadãos.

3. CONCLUSÃO

Portanto, com base em um processo de conhecimento problematizador, contínuo, dialógico e recíproco, é possível destacar o senso comum e a ciência como instrumentos de acumulação do saber, sendo possível distinguí-los principalmente pelo caráter de especialização, mas que é prócer e possível relacioná-los em um processo de construção histórica do conhecimento, de forma que seria (bastante) difícil imaginar a efetivação do método científico sem a passagem destes processos pelo senso comum e o posterior contraste, de forma a abranger duas formas de pensamento distintas não em sua origem, mas em sua procedimentalização, que muitas vezes podem se complementar em busca de um conhecimento mais humano e ao mesmo tempo, mais racional

4. REFERÊNCIAS

BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é método Paulo Freire. Disponível em: < http://www.sitiodarosadosventos.com.br/livro/images/stories/anexos/oque_metodo_paulo_freire.pdf/>. Acessado em: 8 de Agosto de 2014.

FREIRE, Paulo. Professora Sim, Tia Não – Cartas a Quem Ousa. 2009.

HILL, Kyle. Disponível em: <http://sciencebasedlife.wordpress.com/2011/10/25/communicating-science-the-difference-between-science-and-common-sense/>. Acessado em: 8 de Agosto de 2014.

OGBORN, John. Disponível em: <https://web.phys.ksu.edu/icpe/Publications/teach2/Ogborn.pdf/>. Acessado em: 8 de Agosto de 2014.

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A dificuldade de superação do Ecletismo Acadêmico

O mundo contemporâneo se encontra cada vez mais globalizado. As informações chegam cada vez mais rapidamente, são cada vez mais discutidas, compartilhadas e problematizadas. Entretanto, essas “qualidades“ no acesso à informação, tornam uma questão cada vez mais evidente: com a globalização, aproveitamos mais as informações passadas?

Uma das questões mais difíceis nas academias de ensino atualmente é a superação do modelo educacional disciplinar, caracterizado por um discurso racionalmente instrumentalista, de tratamento de meio, o que provoca um menor envolvimento dos alunos e consequentemente, menor persecução acadêmica futura.

A melhor solução para este paradigma parece ter sido encontrada nos trabalhos de Freire e Gramsci, através da Pedagogia Crítica, isto é, multicultural, praxista, conscientizadora e transformadora, superando-se assim, o modelo educacional bancário, ou seja, aquele onde o sujeito passivo -o aluno- é mero receptor de informações, acumulando-as, em verdadeira relação sujeito-objeto, de ecletismo no processo de aprendizagem.

Portanto, com base nos ensinamentos dos pensadores modernos da Pedagogia, somente com a inserção de uma teoria educacional participativa e desafiadora para o aluno, poderão os problemas causados pela educação bancária, como o plágio e a formação de maus profissionais, serem superados.

Resenha sobre “A liberdade dos antigos comparada à dos modernos”

INTRODUÇÃO

O presente texto se passa em um discurso proferido por Benjamin Constant, ao comparar a liberdade dos antigos e dos modernos. Inicialmente, o autor constata através de Roma, a plenitude do exercício dos direitos políticos na Antiguidade, com a ausência do sistema representativo de governo, inserido pela organização social da época. Contrapõem a liberdade dos modernos como mais independente, com a relativização da liberdade, dada por um governo representativo, dotado de liberdade política, bem como seus cidadãos e de plena legitimidade para o exercício do poder.

DESENVOLVIMENTO

A obra, primariamente apresentada, parece uma contradição enfática, uma vez que o autor da publicação foi o idealizador do Poder Moderador, quarto poder este instituído pela Constituição de 1824, durante o período imperial em terrae brasilis, caracterizado por ser um recurso de armazenamento de poder dos mais perigosos, com a concentração das decisões a livre convencimento do líder do Estado.

Constant induz ao leitor moderno à, de início, ter certa preferência pela liberdade dos antigos, dada pelo ostracismo de Atenas, pelo governo das virtudes, com sistemas fechados de governo e a ausência de governos representativos, ou seja, com os direitos de participação exercidos de forma direta pelo poder coletivo. Para os antigos, liberdade seria exatamente isso, com o governo praticado por todos os entes de mesma pátria, buscando, através da liberdade, as garantias e os privilégios. Antes de transitar para a liberdade dos modernos, o autor critrica o desapego dos antigos de suas liberdades individuais.

No tocante à liberdade dos modernos, Constant critica as influências modernas do autor Jean Jacques Rousseau sobre a sociedade contemporânea, estabelecendo um contrasenso entre a busca pela maximização da liberdade individual, a continuidade do exercício das liberdades políticas e o pensamento iluminista de Rousseau, que afirmava, quanto à concretude do Contrato Social, a partir da renúncia de alguns direitos e garantias fundamentais da sociedade em favor do Estado. Logo, um total contraposto às garantias de liberdades individuais, como hoje se busca efetivar e ampliar a sua proteção.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Portanto, ao pontuar sobre o perigo das duas liberdades, aplicadas de maneira excludente (ou uma ou a outra), o autor demonstra a sua vontade da busca pela combinação das liberdades, sem garantir-se tão somente a participação da sociedade nas decisões políticas, em verdadeira democracia direta, mas nem tão somente a garantia do exercício das liberdades e interesses particulares, sob pena de ora desapegar-se dos direitos e garantias fundamentais, ora pelo desapego da efetiva concretização das liberdades políticas, manifestadas através da participação política.

Referência:

http://www.libertarianism.org/publications/essays/liberty-ancients-compared-moderns

 

 

Rubem Braga – O Telefone (Crônica do Consumidor)

Honrado Senhor Diretor da Companhia Telefônica:

Quem vos escreve é um desses desagradáveis sujeitos chamados assinantes; e do tipo mais baixo: dos que atingiram essa qualidade depois de uma longa espera na fila.

Não venho, senhor, reclamar nenhum direito. Li vosso Regulamento e sei que não tenho direito a coisa alguma, a não ser a pagar a conta. Esse Regulamento, impresso na página 1 de vossa interessante Lista (que é meu livro de cabeceira), é mesmo uma leitura interessante que recomendo a todas as almas cristãs que tenham, entretanto, alguma propensão para orgulho e soberba. Ele nos ensina a ser humildes; ele nos mostra quanto nós, assinantes, somos desprezíveis e fracos.

Aconteceu por exemplo, senhor, que outro dia um velho amigo deu-me o prazer de me fazer uma visita. Tomamos uma modesta cerveja e falamos coisas antigas – mulheres que brilharam outrora, madrugadas dantanho, flores doutras primaveras. Ia a conversas quente e cordial ainda que algo melancólica, tal soem ser as pérolas vadias de cumpinchas velhos – quando o telefone tocou. Atendi. Era alguém que queria falar ao meu amigo. Um assinante mais leviano teria chamado o amigo para falar. Sou, entretanto, um severo respeitador do Regulamento; em vista do quê comuniquei ao meu amigo que alguém queria lhe falar, o que infelizmente eu não podia permitir; estava, entretanto, disposto a tomar e transmitir qualquer recado. Irritou-se o amigo, mas fiquei inflexível, mostrando-lhe o artigo 2 do Regulamento, segundo o qual o aparelho instalado em minha casa só pode ser usado “pelo assinante, pessoas de sua família, seus representantes ou empregados”.

Devo dizer que perdi o amigo, mas salvei o Respeito ao Regulamento; dura lex sed lex; eu sou assim. Sei também (artigo 4) que se minha casa pegar fogo terei de vos pagar o valor do aparelho – mesmo se esse incêndio (artigo 9) for motivado por algum circuito organizado pelo empregado da Companhia com o material da Companhia. Sei finalmente (artigo 11) que se, exausto de telefonar do botequim da esquina a essa distinta Companhia para dizer que meu aparelho não funciona, eu vos chamar e vos disser, com lealdade e com as únicas expressões adequadas, o meu pensamento, ficarei eternamente sem telefone, pois “o uso de linguagem obscena constituirá motivo suficiente para a Companhia desligar e retirar o aparelho”.

Enfim, senhor, eu sei tudo; que não tenho direito a nada, que não valho nada, não sou nada. Há dois dias meu telefone não fala, nem ouve, nem toca, nem tuge, nem muge. Isso me trouxe, é certo, um certo sossego ao lar. Porém amo, senhor, a voz humana; sou uma dessas criaturas tristes e sonhadoras que passam a vida esperando que de repente a Rita Hayworth me telefone para dizer que o Ali Khan morreu e ela está ansiosa para gastar com o velho Braga o dinheiro de sua herança, pois me acha muito simpático e insinuante, e confessa que em Paris muitas vezes se escondeu em uma loja defronte do meu hotel só para me ver entrar ou sair.

Confesso que não acho coisa tão provável: o Ali Khan ainda é moço e Rita não tem o meu número. Mas é sempre doloroso pensar que se tal coisa acontecesse eu jamais saberia – porque meu aparelho não funciona. Pensai nisso, senhor: pensai em todo potencial tremendo de perspectivas azuis que morre diante de um telefone que dá sempre sinal de ocupado – cuém, cuém, cuém – quando na verdade está quedo e mudo na minha modesta sala de jantar. Falar nisso, vou comer; são horas. Vou comer contemplando tristemente o aparelho silencioso, essa esfinge de matéria plástica; é na verdade algo que supera o rádio e a televisão, pois transmite não sons nem imagens, mas sonhos errantes no ar.

Mas batem à porta. Levanto o escuro garfo do magro bife e abro. Céus, é um empregado da Companhia! Estremeço de emoção. Mas ele me estende um papel: é apenas um cobrador. Volto ao bife, curvo a cabeça, mastigo devagar, como se estivesse mastigando meus pensamentos, a longa tristeza de minha humilde vida, as decepções e remorsos. O telefone continuará mudo; não importa: ao menos é certo, senhor, que não vos esquecestes de mim.

Título: “O Telefone”
De: Rubem Braga (1951)

Os Três Setores quanto à Eficiência e Objetivos

Classificação dos Setores quanto conceitos de eficiência e eficácia

No Primeiro Setor, teoricamente, adota-se o uso da eficiência, porém na prática, devido ao excesso de demanda e a recente implantação dos conceitos do setor privado no setor público, o conceito usado na prática pelo Primeiro Setor é pela eficácia, onde o evento principal é o cumprimento da meta, sem abster-se em grandes méritos ao quesito da economicidade.

No Segundo setor, prevalece o uso da eficiência, uma vez que buscam a maior produtividade possível com a menor quantidade de insumos possível, enquanto no Terceiro Setor, a ideia principal é a eficácia das suas ações, nem sempre sendo possível realizá-las com os menores recursos possíveis, devido a necessidade social, nem sempre amparada pelo Primeiro Setor.

Diferenças e Semelhanças de Objetivos

No Primeiro Setor, o principal objetivo é atender a intensa demanda da população, crescente a cada dia, com um orçamento anualmente definido.

No Segundo Setor, diferentemente do Primeiro, o objetivo real é relacionar o alcance do objetivo usando a menor quantidade de recursos possíveis, visando a maior proporção do lucro, o que não é visado no Primeiro Setor.

No Terceiro Setor, assim como o Primeiro, não há objeto de lucro, mas o objetivo maior é atender as demandas sociais não atendidas pelo Primeiro Setor, naquele Setor há maior clamor social que no Segundo Setor e às vezes mais que o Primeiro Setor, devido à necessidade social das pessoas vinculadas, muitas vezes dependentes, dos organismos de Terceiro Setor.

Referências Bibliográficas:
http://www.coletivoverde.com.br/terceiro-setor/
http://www.suapesquisa.com/o_que_e/terceiro_setor.htm
http://www.carlosescossia.com/2009/10/o-que-e-primeiro-segundo-e-terceiro.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Terceiro_setor

Mulheres de Salto

Mulher. Ser humano do sexo feminino. Ser provocante. Irradiador de beleza. Percepção atípica. Numa singela visão masculina, mulheres são tudo aquilo que é sexy, tudo pelo nos atraimos. Isso é Mulher. São as guardiãs das emoções, as classistas mais sofisticadas, a delicadeza por definição. São a razão de existirmos e de procurarmos existir. Um homem sem amor é um homem incompleto.

E como não pudessem ser mais sedutoras, a situação agrava-se.

Era Março, a estação do ano mais romântica do ano, a Primavera, o dia parecia mais quente que o normal, estava a tomar o trem de volta para casa, após um  longo dia de trabalho, visualizo a mais perfeita representação de Afrodite no vagão de metrô onde o ar-condicionado parecia não funcionar, um choque. Uma grande celeuma passava-se em minha cabeça: o que a fazia tão diferente das outras mortais no mesmo terminal?

Procuro sem grande dificuldade, as comparo e logo ao reparar em Aquiles, vejo seu diferencial: o salto. E que salto! Mulheres de salto não são só mulheres. São Deusas. Não andam normalmente, parecem desfilar. Seus corpos ficam muito mais definidos. É acessório essencial para uma mulher, tão mais importante quanto um vestido vermelho ou um perfume.

Se aproxima. Junto dela, as paredes parecem acompanhá-la, nada mais parece certo. Como um psicótico, um surto quase apresentou-se. O respeito é maior que o princípio froidiano. Metrô para. Afrodite faz seu último desfile. E neste hiatus, como um psicopata, aguardo a próxima Cinderela antes de voltar a rotina.

Richard Dawkins e o Fundamentalismo Esnobe

Ao assistir o vídeo de Dawkins ensinando crianças sobre o início da vida, relembro das minhas próprias escolhas e as razões pelas quais tomei. Sempre que estive mais triste com algo, pensei em recorrer a religião, pelo simples fato da esmagadora maioria praticar a religiosidade. Talvez a religião seja uma válvula de escape, talvez seja como uma daquelas joias de família, que é passado de pai para filho, aprendi cedo a frequentar as missas e as aulas de religiao, já na adolescência, me questionava sobre a sua importância, visto que não me sentia diferente dos de mais por não exercer a prática religiosa.

Ter estudado outras religiões (estudei o budismo, hinduísmo, islamismo, judaismo e algumas variações do cristianismo) me fez ver como   elas possuem ponto de partida, estrutura fundamental e fundamentalismo similares. E como Darwin estava certo, Dawkins é um porta-voz. Talvez pela complexidade da vida, muitas vezes nos perguntamos como a própria Natureza poderia criar ela própria e dar continuidade ao processo evolutivo.

Se algum dia foi questionado a ausência de provas, parafraseando Dawkins, `as evidências estão ao nosso redor`. A libertação do fundamentalismo se dá pela seguinte receita: ceticismo necessário, alto grau de questionamento, busca pelo saber e pela verdade com base nos fatos. Portanto, somente com essas medidas, teremos uma sociedade mais sucinta ao real progresso, e a redução das inverdades, que são muitas vezes usadas para benefício próprio da entidade, a ciência disseca a informação, confirma sua autenticidade ou não.


Perfil

RAFAEL NL FREITAS escreve livremente há 7 anos.
É servo do Estado e réu do Liberalismo.
É jornalista e é leitor.
É cidadão deliberativo e blackbloc.

É o autor de “Aspectos Legais da REDESIM e sua Aplicabilidade no Estado do Rio de Janeiro“ e da obra ‘‘Panorama da nova Administração Pública: ADTEN, REDESIM e Plano Maior’’.

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